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TURMA DO XADREZ PROFº NATALIA


E. E. SANTO DIAS DA SILVA.

Prof. ª: Natália Justino da Costa.

Email: nataliajus@prof.educacao.sp.gov.br

Ensino Fundamental. Turma de treino: Xadrez mirim masculino.

Data: De 28/06 à 03/07/2020.

Duração: 02h 30min. 03 Aulas.

Unidade temática: Brincadeiras e jogos.

Objeto do conhecimento: Jogos de tabuleiro: Xadrez.

Habilidades:

  • Experimentar e fruir do jogo de xadrez, identificando as transformações históricas e suas Características.

Método:

  • Leitura de texto informativo.

  • Exibição de vídeo.

  • Exercícios.

Recursos:

  • Texto informativo.

  • Link de vídeo.

  • Google Classroom.

  • Caneta/ lápis

  • Caderno da disciplina de educação física.

Avaliação:

Através observação da resolução dos exercícios, verificando a participação na atividade proposta e se o aluno é capaz de relacionar o conteúdo da aula com experiências do cotidiano

Orientações:

  • Leia com muita atenção todo texto.

  • Assista aos vídeos.

  • Copie as perguntas e responda em seu caderno de educação física.

  • Escreva a caneta para facilitar a visualização da foto.

  • Depois tire uma foto das perguntas e resposta e envie pela sala de aula do Classroom ou pelo email: nataliajus@prof.educacao.sp.gov.br

MISSÃO I: Leitura.

História do Xadrez.

Existem várias lendas para a criação do xadrez, mas uma das mais famosas é o mito do indiano Lahur Sessa. Essa mitologia foi baseada no livro infanto-juvenil O Homem que Calculava de Malba Tahan.

Segundo a mitologia, em uma província indiana conhecida como Taligana, existia um poderoso rajá que estava muito deprimido por ter perdido seu filho em uma batalha. Em conseqüência dessa depressão, ele não estava dando conta de cuidar de si mesmo e de seu reino.

Mas certo dia, ele foi apresentado a um jogo que conseguiu tirar-lhe a tristeza da vida. O brâmane Sessa, um membro da casta sacerdotal hindu, o visitou e lhe mostrou um tabuleiro com 64 casas brancas e escuras com diversas peças.

Essas peças faziam representação da infantaria, a cavalaria, os carros de combate, os condutores de elefantes, o principal vizir e o próprio rajá.

Como forma de agradecimento por ter apresentado o jogo que curou sua depressão, o rajá deixou Sessa escolher sua recompensa. Sessa afirmou que apenas desejava um grão de trigo para a primeira casa do tabuleiro, dois grãos de trigo para a segunda casa, quatro grãos para a terceira casa, e assim sucessivamente.

O rajá não viu problema algum no pedido de Sessa e ordenou aos seus sábios que fizessem o pagamento. Foi aí que surgiu a surpresa: nem em 2000 anos poderia ser feito o pagamento a Sessa. Surpreendido com a esperteza do brâmane, o rajá o convidou para ser vizir, o que seria um ministro ou um conselheiro do reino. Dessa forma, o brâmane perdoou a dívida do rajá.

Embora a lenda do rajá e do brâmane seja muito acreditada, ainda existe outra lenda para a origem do xadrez. A outra versão se atribui ao grego Palamedes como inventor do jogo. De acordo com a lenda, Palamedes inventou o xadrez para servir de distração aos soldados e príncipes durante a fase em que permaneceram na cidade-estado-estado de Tróia.

Apesar de várias civilizações terem sido consideradas como local de surgimento do xadrez, a maioria dos pesquisadores aponta a Índia como sendo o local da origem do jogo, em meados do século VI d. C.

Acredita-se que o xadrez tenha surgido com regras diferentes das definidas atualmente, mas com o nome de Chaturanga, em sânscrito, linguagem da Índia. Depois, recebeu o nome persa de Shatranj, no século VII, e acredita-se que as regras tenham sido diferentes do xadrez indiano.

Em 1913, foi escrito o livro Uma História de xadrez, por Harold James Ruthven Murray. A obra atribuía a origem do xadrez a Índia e durante anos, essa teoria permaneceu como certa.

Mas com o tempo, novas descobertas acerca da origem do xadrez passaram a surgir a ponto de fazerem as pessoas refletirem se o Chaturanga era realmente a única possibilidade.

Para Yuri Averbakh, um grande mestre de xadrez, outros jogos deveriam ser levados em questão quanto a influência, tendo por exemplo, os gregos e egípcios que tinham jogos de tabuleiro que simulavam corridas.

De acordo com Jean-Louis Cazaux, quatro hipóteses podem ser levadas em conta.

O xadrez surgiu na Pérsia.

O xadrez surgiu na China.

O xadrez persa e chinês tem o mesmo ancestral.

O xadrez chinês e o persa tiveram o poder de influenciar um ao outro quanto a sua formação.

As peças evoluíram ao longo do tempo, tanto na estrutura quanto aos movimentos. Antigamente, o bispo era o elefante e podia se movimentar pelas diagonais, mas andando apenas duas casas por vez. A dama era o vizir, e andava apenas uma casa nas diagonais: os piões não tinham o privilégio de poder andar duas casas no movimento inicial e não existia roque.

As regras passaram a sofrer essas alterações em meados de 1200 e aproximadamente em 1475, nasceu o xadrez com as regras como são até os dias de hoje. O local onde passaram a definir as regras como atualmente tem duas versões: uns acreditam que foi na Itália, enquanto outros acreditam ter sido na Espanha.

Com o passar do tempo, as peças começaram a adquirir novos movimentos a dama passou a ser a peça mais poderosa do jogo.

A frança passou a conquistar o espaço enxadrístico no século XVIII, tendo o músico André Philidor como mestre e Louis de La Bourdonnais como vencedor de uma famosa série de matches contra Alexander McDonnell, mais forte jogador de xadrez da época.

XADREZ NO BRASIL.

Os registros de campeonatos de xadrez no Brasil datam de 1927,

Quando João de Sousa Mendes Júnior sagrou-se campeão em uma disputa no Rio de Janeiro. João de Souza é considerado um expoente da história do xadrez nacional. Em 1960 ocorreu o primeiro campeonato brasileiro de xadrez feminino, na cidade de Brusque, Santa Catarina, e Dora Rúbio foi a primeira campeã. Já no ano de 1977, o Brasil tem como destaque Henrique Mecking, considerado o mais importante enxadrista brasileiro.

Existe também diversos registros na literatura enxadrística brasileira de obras que norteiam gerações como os livros Xadrez Básico, Manual de Xadrez, Xadrez de A Z, importância do xadrez, dentre outras.

MISSÃO II: Análise de vídeos.

Lenda sobre a origem do xadrez: https://www.youtube.com/watch?v=MZJ_2weYsXU

Vida em miniatura – um vídeo documentário sobre xadrez.

MISSÃO III:

Agora que você já leu o texto e assistiu aos vídeos, copie e responda em seu caderno as seguintes questões.

Depois tire uma foto e envie pela sala do Classroom. Ou pelo email:

Questões:

1. A história do xadrez cita dois nomes diferentes na sua origem, quais eram esses nomes?

2. Quando Sessa pediu os grãos de trigo, O rajá acreditou ser algo muito simples e fácil, porém seus sábios descobriram que levariam mais de 2000 anos para pagar a dívida, havia ali um cálculo matemático. Você compreendeu esse cálculo? Justifique sua resposta.

3. Na origem do xadrez, havia peças diferentes das atuais, quais eram essas peças e por qual foram substituídas.

4. Qual o nome da pessoa considerada o expoente da história do xadrez no Brasil?

5. Em qual cidade do Brasil aconteceu o primeiro campeonato feminino de xadrez e qual o nome da primeira campeã brasileira?

6. Durante o vídeo do documentário, passam algumas frases relacionadas ao jogo de xadrez selecione duas frases que você gostou.

7. O lance mais lento registrado no xadrez foi de Francisco Trois, quanto tempo demorou esse lance e por quê?

8. A partida mais longa do Xadrez teve quantos lances e demorou quantas horas?

9. Com as regras atuais as partidas só podem durar um tempo máximo de quantas horas com quantos lances aproximadamente?

10. Descreva com suas próprias palavras como o xadrez se relaciona ao cotidiano e a vida.

11. Cite algo novo que você aprendeu sobre o jogo de xadrez.

12. Cite algo da história ou dos vídeos que você achou interessante.

Orientações para a próxima aula:

Junte tampas de pets de duas cores diferentes e um pedaço de papelão de 36 cm x 36 cm. Para construir seu Próprio jogo de xadrez.


 
 
 

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